King of  Palms : 
uma marca com responsabilidade social

King of  Palms é uma marca brasileira, conhecida nos diversos mercados, nacional e internacional há mais de 35 anos. Sempre procuramos a  melhor relação qualidade / preço para nossos produtos, a melhor integração com a área de produção e as mais exigentes normas da indústria alimentícia (rastreabilidade).

A King of Palms processa o palmito de açaizeiro em 5 fábricas, em toda a área do estuário do Rio Amazonas, tanto no Pará quanto no Amapá.

Sua produção é de 12.000 caixas por mês e pode ser aumentada em 2 a 3 meses para 15.000 caixas por mês para 15.000 caixas nas mesmas instalações.

A principal razão deste aumento gradativo da produção de palmito de açaí em conserva é a maneira INTEGRADA  de agirmos na região:
Certificação da produção por organismo europeu ( Ecocert ) e seu selo AB , que implica em procedimentos e custos que devem ser implementados ao longo do tempo (desde19990
O manejo do açaizal pela população ribeirinha, predomina na nossa atuação sobre o sistema de exploração do próprio Projeto de Manejo da empresa. Isso implica num trabalho intenso e lento de ‘”titularização”pelo INCRA, ITERPA e outros da gleba de terra do “caboclo”para obtenção da chamada DVPF  ( Direito de venda de produto Florestal)  junto ao IBAMA. ( este por sua vez exige do cabloco, descrição da área, croquis, e outras informações que dificilmente o morador poderá fornecer sem ajuda.

caboclo trabalhando

A Instrução Normativa no 5 da Ibama reconhece a necessidade de descomprimir as touceiras do açaizeiro para acelerar e aumentar o desenvolvimento das brotações. Este procedimento aumenta a produção tanto de frutos quanto de palmito por touceira.

Ela permite assim ao caboclo, efetuar o manejo de sua área e vender o palmito que retira à indústria, numa área de 100 hectares por família, sendo que o próprio Ibama reconhece a existência de 2000 touceiras por hectare na região com 2 a 3 estipes maduras por touceira, ou seja: em 100 hectares seriam 200 a 300 .000 estipes ou palmitos por ano!

A  fábrica de Santana no Amapá, construída em 1973, conquistou uma freguesia local, que mora  nas ilhas do  canal Norte do Amazonas,  que vive da pesca artesanal e do açaizeiro  do qual retiram o fruto durante a safra, e o palmito ao longo do ano. Esta população reside na ilha voluntáriamente pois são bem remunerados ao entregar seu produto à indústria local.  Não havendo assim, necessidade de migrar para as cidades de Macapá ou Belém.

A empresa  destacou um funcionário para conseguir  as DVPF  em nome de 38 famílias que desde de então dispõem de uma área de terra “titularizada”, tendo o direito de seu manejo reconhecido pelo Ibama e pelas autoridades de Meio Ambiente do Estado.

Ajudamos a elaborar e distribuir à população ribeirinha manuais explicativos sobre o manejo de açaizais ; nossas fábricas são abertas diariamente à esta população pra que possam observar, presenciar, e criticar a transformação de seus palmitos em conserva., seguindo todas as normas exigidas pela certificadoras nacionais e internacionais.

Amapá

Cabana totalmente feita com os recursos que a planta oferece.

O rendimento do palmito entregue à cada fábrica é pago ao caboclo integralmente em dinheiro e à vista. Não há em nossas empresas sistemas de “cantina”ou armazéns (ausência total de escambo ou regatão).

Fora uma redução de 50% na entrega do palmito , na época da safra do fruto( 3 meses),  o caboclo tem um rendimento substancial durante todo o ano . A liberdade de religião e associação, a ausência de trabalho infantil foi constatada por organizações especilizadas: da mesma maneira, a empresa faz um esforço permanente de aproximação com a Universidade, oferecendo estágios, tanto no Amapá quanto no Pará.